quinta-feira, 31 de agosto de 2017

SINTRA: PLANO DE PORMENOR DA ABRUNHEIRA..."FLOPOU"?

Dos primeiros "flops" sintrenses de Basílio Horta?

Assim se mantém a zona do Plano...servindo, em boa parte, de vazadouro de lixos 

Em finais de 2014, Basílio Horta, desenterrou o Plano de Pormenor da Abrunheira, por ele considerado "como o maior investimento em Sintra". Tudo em grandeza...

Repetiu-se a discussão que já tinha ocorrido em 2001, disseram-se quase as mesmas coisas, fizeram-se muitas reuniões, mas fora da zona a divulgação foi zero.

Tratando-se de um relevante Plano, com implicações na paisagem de aproximação a Sintra, era exigível o conhecimento geral dos munícipes, o que não se verificou.

Alguns edifícios, pela sua altura (1 com 15 metros, 1 com 12 e 15 com 9 metros) e não muito claras utilizações, criaram amplas preocupações pela sua monstruosidade.

Nas discussões públicas, entre alusões e semi-promessas, falava-se numa grande unidade hospitalar privada, na recuperação da Escola e um Centro de Saúde.

Para mais ênfase, meteu-se pelo meio uma AUGI, visitas "de trabalho" com plantas, ouvidos atentos e obrigados ao Plano do "Maior Investimento em Sintra".

Era a cidade-Sonae, com técnicos em abundância, dispostos, a troco de qualquer coisa, a criar "muitos postos de trabalho", tapando a Serra de Sintra com Logística.  

Como se pode admitir passados quase três anos, foi atirado um grande ramalhete de cenouras para a frente de ansiosos, crédulos e parolos moradores.  

Porque falhou o Plano?

Em primeiro lugar falhou porque muitos cidadãos responsáveis - e não só munícipes - contestaram a grosseira agressão à paisagem de aproximação a Sintra.

A tipologia do Plano - pouco conforme com os benefícios que Sintra poderia ter naquele vasto e privilegiado território - fazia recear graves consequências.

Quando Sintra tem de responder ao fluxo turístico e hoteleiro de qualidade em zona nobre e, até, com um Terminal Rodoviário no final do IC19, o Plano era o inverso.     

Uma indefinida área comercial e estranhas logísticas (armazéns?) perspectivaram novo agravamento na circulação rodoviária local, sem alternativas de escoamento.

Serra que fez parir um rato

Mentores do Plano e adeptos caíram no erro de não contar que muitos cidadãos e munícipes têm a dinâmica suficiente para preservar a imagem da sua Serra.

Tal como serem capazes de mostrar soluções adequadas à defesa ambiental e à utilização de espaços tendo em vista a não ofensa à qualidade paisagística.

Do Plano, iria sobressair um Hospital privado, como jóia da "obra" de Basílio Horta em Sintra, situação que teria de ser contornada com uma alternativa. 

Relacionando-se com a Câmara, o Grupo Mello optou por um Hospital (de verdade, com as devidas valências) a 200 metros do Plano da Abrunheira...esvaziando-o. 

A Escola Primária, essa e seus problemas, que espere por melhores dias, com bichos rastejantes a frequentá-la, numa ameaça sanitária à saúde das crianças.



A alusão a um Centro de Saúde para a população da zona Sul também não fará cair dentes pela falta de intenções e verdade adjacentes. 

O Presidente da Câmara, lançando um manto sobre o Plano da Abrunheira, julgará ser fácil esquecer o que disse há três anos sobre o "maior investimento de Sintra".

Podem pois os entertainers ao seu serviço continuar a acusar-nos de "teorias da conspiração" ou "demagogia", porque continuaremos a desmascarar estas políticas.

Pena que, conhecendo-se políticos sintrenses com a alta capacidade para nos ouvir e decidir, tenhamos de estar sujeitos a quem pouco sabe da nossa terra.

Tudo indica que o Plano de Pormenor de Abrunheira Norte, nos moldes que tanto terão entusiasmado Basílio Horta, "FLOPOU"

Continuamos, passados três anos, a ter mato em 70 hectares abandonados.

Depois, ainda há quem tenha coragem de dizer que #é este o caminho"...

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

SINTRA: VISÃO DE "TRANSPARÊNCIA" NO PODER LOCAL...

Que razões levam ao silêncio?

O tema já aqui foi abordado em 20 de Abril deste ano (por favor clicar para rever) mas o silêncio faz admitir que qualquer coisa não anda bem no Reino de Sintra.

Quisemos ligar a "Competência Autárquica" com o grau de "Liberdade" dos eleitos, tendo em conta a Visão de "Transparência" esperada pelos munícipes, eleitores.   

O resultado, embora não pareça estratégia, permite admitir uma tensa inércia.  

Vejamos então duas situações:

1 - Sabe-se que nos espectáculos do Olga de Cadaval há, por vezes, lugares não vendidos que se tornarão "convites" cujas equidade na distribuição desconhecemos.

2 - Disse-nos a Parques de Sintra (e-mail de 10.4.2015) que "existe um protocolo com a Câmara Municipal de Sintra (CMS), através do qual, como contrapartida da utilização do espaço da Torre do Relógio, a Parques de Sintra disponibiliza 800 entradas gratuitas por ano, para que a CMS as distribua com fins de ação social ou de educação.".


Centro Histórico de Sintra - Património da Unesco, à esquerda o espaço que disponibiliza 800 entradas gratuitas para fins de acção social e de educação. À direita aquilo que os visitantes vêem há muitos anos

Ambas, envolvendo direitos de todos os sintrenses e não de alguns, deviam ser enaltecidas, pelo que solicitámos a todas as Uniões e Freguesias de Sintra quantos desses convites e entradas receberam e, se o entendessem, como os distribuíram.

Com os dados pedidos em 10 de Março (por falta de algumas respostas insistimos em 14.6) iríamos fazer o gráfico dos benefícios culturais concedidos pelas SintraQuorum e Parques de Sintra, se possível identificando os grupos beneficiados.

O que se esperaria dos Autarcas Locais?

Vivendo-se num clima de frequentes alusões a "transparência" ou "eficiência", salvo erro nosso o primeiro acto seria que nos fosse acusada a recepção do pedido. 

Depois, na eventualidade de tais convites não terem chegado, tornar-se-ia intuitivo saber da razões pelas quais, eventualmente, possam ter sido marginalizadas.

Partimos do princípio que é o Poder Local mais próximo das populações que deve defender o direito delas acederem à cultura, combatendo fortemente o ostracismo. 

Limitaram-nos...ou ocultaram a realidade?

O nosso desejo de citar a Câmara e as Freguesias pela "transparência" na repartição de Convites para o Olga de Cadaval e de "800 entradas gratuitas" para "fins de acção social ou de educação" foi gorado pelo Poder Local...de Proximidade.

Quatro Uniões de Freguesia (Queluz e Belas, Cacém e S. Marcos, Almargem do Bispo, Pero Pinheiro e Montelavar e  Agualva-Mira Sintra) e Uma Freguesia (Algueirão-Mem Martins) nem tiveram a elegância de acusar a recepção do pedido. 

Responderam:

- JF de Colares (22.3): "não recebeu bilhetes de acesso gratuito a espetáculo no Centro Cultural Olga de Cadaval".

- UF de São João das Lampas e Terrugem (23.3): "não temos dados para lhe poder responder".

- JF de Casal de Cambra (16.5.) "usufruiu de 40 entradas gratuitas no Centro Olga Cadaval, para uma sessão de Fados integrado no Projeto “Dias da Idade” .

- JF de Rio de Mouro (25.5) "no ano de 2016 foram cedidos 168 bilhetes para diversos espetáculos no Centro Cultural Olga Cadaval excluindo as entradas para os Dias da Idade promovidos pelo Departamento de Ação Social da Câmara Municipal de Sintra."

"Todas as entradas foram atribuídas à Universidade Sénior de Rio de Mouro".

"(...) nenhuma entrada da empresa Parque de Sintra Monte da Lua foi cedida a esta Junta de Freguesia".

- A União de Freguesias de Massamá e Monte Abraão (6.7) "devem ser remetidos tais pedidos de esclarecimentos ao Centro Cultural Olga Cadaval e serviços da Câmara Municipal de Sintra". 

- A União de Freguesias de Sintra (9.8) "não foram disponibilizados  a esta União de Freguesias bilhetes para acesso a espetáculos gratuitos, bem como, não foram disponibilizadas entradas gratuitas pela Empresa Parques de Sintra". 

Que se pode entender?

Em primeiro lugar, os Serviços Camarários não parecem vocacionados para a distribuição - lógica e equitativa - de convites pelas Uniões e Freguesias de Sintra. 

Em segundo lugar, as "800 entradas gratuitas disponibilizadas" pela Parques de Sintra têm sido recebidas pela Câmara Municipal? Em caso afirmativo como tem sido feita a distribuição para os fins em vista? Em caso negativo, quem é responsável?

Por outro lado, como interpretar o silêncio de Quatro (4) Uniões de Freguesias e Uma Freguesia? Receberam? Não distribuíram? Ou é matéria sem interesse? 

O que se pode entender é que algo não está a funcionar bem, originando dúvidas sobre a transparência de vários intervenientes do Poder Local Autárquico.

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra,

Temos acedido a afirmações de Sua Excelência exaltando - entre outras coisas - a "Transparência" da gestão praticada em Sintra.

E, não vivendo as Autarquias e os Políticos de chavões, em matéria de transparência há uma responsabilidade redobrada que importará Sua Excelência cuidar.    

Os munícipes, os eleitores, como certamente Sua Excelência não negará, têm direito à clarificação destas situações e que procedimentos transparentes são adoptados.

Fica, assim, nas mãos de Sua Excelência, inquirir das práticas aplicadas na distribuição natural e equitativa dos convites e bilhetes  pelas Freguesias.

Certamente que, depois, não deixará de esclarecer publicamente do que se passa.

Para que "o caminho" seja muito claro para todos os Sintrenses. 


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

SINTRA, ANDAM UNS PATIFÓRIOS À SOLTA...

Enquanto dormimos, uns patifórios a quem o trabalho não cansa e que beneficiam da pouca presença das autoridades, dedicam-se a danificar bens alheios.

Casas, muros e garagens, onde os donos investem economias para as melhorar e se cansam - quase sempre - a pintá-las, surgem pela manhã emporcalhadas. 

Os dinheiros públicos são rapidamente postos em causa, ou num abrigo de transportes, ou numa pintura em equipamentos urbanos. Na Abrunheira:

A última façanha destes energúmenos

Há uns dias, a façanha teve outros contornos numa viatura que estava estacionada:


Sabemos de situações em que o proprietário limpa tudo, pinta de novo e...dois ou três dias depois, tudo fica agredido, causando novos trabalhos e despesas. Mais:






Esta é uma pequena amostra do que, impunemente, tem sido feito ultimamente.

São as autoridades que devem investigar para responsabilizar os autores. 



segunda-feira, 21 de agosto de 2017

SINTRA: IMI NO FANTÁSTICO MUNDO DO SITE CAMARÁRIO

O site camarário que é nosso...de todos

Somos do tempo em que as forças de oposição tinham espaço camarário disponível, onde expressavam as suas opiniões, projectos e perspectivas de futuro para Sintra.

Hoje, certamente com a concordância (não se conhecem posições contrárias) de todas as forças que constituem a Coligação que governa Sintra, esse direito acabou. 

O site camarário - de todas as forças eleitas - que todos suportamos, está apenas em serviço parcial, com aparente centralismo.

E os democratas que exultem...que convivam...deixando outros de fora. 


Redundante invocação do IMI


INQUÉRITO À MAJORAÇÃO DO IMI

tal como o Presidente da Câmara prometeu à TSF em 13 de Abril deste ano. Aguardemos que a TSF reveja o conteúdo do prometido naquele dia. 

E, se desiludido por, passados 130 dias, nada se saber do cumprimento da palavra dada pelo Presidente Camarário Basílio Horta, mais espanta o site camarário. 

Com efeito, hoje e bem cedo, no site e à esquerda - temos em "caixa" bem destacada: SINTRA DEVOLVE 8,1 MILHÕES EM IMI - MENOS IMI PARA TODOS 


ligando qualquer incauto à (des)notícia de 13 de Abril, saída após a confusão gerada pela aplicação da Majoração, onde a foto de Basílio Horta se destaca. Ao "DEVOLVE" corresponde ""No final do ano de 2017...terá devolvido..."


Isto, em Política e na vida, tem um nome.

Trata-se, tudo o indica, de um fantástico site, que um dia destes qualquer Organização se lembrará de premiar pelas boas práticas. 

O que admira é a passividade com que isto se passa. 

Sintra não merece isto. 


domingo, 20 de agosto de 2017

MILOSZ...OS TEMPOS, TECNOLOGIA E SENTIMENTOS


Passou-se há dias...Milosz, gentil fotógrafo à lá minuta, na sua Excelência, propunha-se tirar-me uma foto para recordação futura, tal como nos tempos em que era criança.

Por momentos, revi o homem magro que, praia fora, com máquina e expositor de fotos ao ombro, nos fazia correr para vermos alguma jovem em fato de banho...

Pensava, na inocência de uma criança, que as fotos mostravam a alma.

Recordei que, esse mistério das fotografias, me fez comprar a meio dos anos 50 do século passado uma máquina Zeiss Ikon com um fole que parecia pano encerado.

Usava rolo largo, ajustava-se a abertura e a velocidade, um clique e, um pequeno manípulo, rodava para nova fotografia. A revelação, mais tarde, mostraria a obra.

Com a evolução tecnológica, nos finais dessa década, a máquina de fole descansou e foi substituída pela Arette IB para filmes em 35mm que aqui mostro: 



De então para cá, várias máquinas têm acompanhado a minha vida, sabe-se lá perseguindo que sonhos, que ilusões, que sentimentos escondidos nos rostos.

Sinto que perdi esse meu projecto, esse desejo de conhecer para estar avisado.

Milosz e os sentimentos

Com cortesia, senti-me na obrigação de dizer a Milosz que, ao longo das vidas, todas as fotos esbarram com os rostos, sem sabermos o que está para além deles.

Até hoje, nenhuma tecnologia ainda conseguiu que - para lá do rosto - se acedesse ao pensamento, aos sentimentos, às emoções que disfarçamos quando podemos.

Talvez seja bom para todos nós. Pelo menos, para os que guardam momentos belos ou de sofrimento. De sonhos realizados ou sem resposta. As dores da desilusão.

Como seria útil, ver-se - por detrás de um sorriso farto - a realidade dos pensamentos, os princípios nos procedimentos, os sentimentos tantas vezes falsos.

Preferi dar-lhe um abraço de saudade pelos tempos da infância, pelas fotos que, em tempo curto, me faziam sonhar vendo aquele escaparate cheio de outras vidas. 

Nesse abraço, sem palavras, ficaram muitas palavras e sonhos.  


Felizmente a tecnologia ainda não consegue evitar que sejamos humanos.

Um Bom Domingo para todos e...para o Milosz. 


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

SINTRA: SR. DR. BASÍLIO HORTA, CONHECE "O CAMINHO" ?

Alguns seguidores de Sua Excelência andarão atarefados na colagem de painéis políticos onde um rosto parecido pretende deixar a mensagem "#é este o caminho".

À direita, em baixo, o símbolo partidário é subalternizado ((é no Partido que se vota), sabendo-se que no Marketing Político a imagem a reter deve estar em cima. 

Temos então Sua Excelência como dinamizador extra-partidário de um "caminho" que não conhece e que parece prometer seguir, sem que os passos sejam adequados. 

Se Sua Excelência conhecerá tão mal o caminho que o rodeia, como se permite garantir que "# é este o caminho" sejam quais forem as intenções que persegue?

Vamos mostrar-lhe o desleixo em 436 metros (a partir dos Paços do Concelho) que quase todos os dias percorrerá. Sem zeros a mais ou a menos...consoante o gosto.

Se a mais ambicionar, teremos todo o gosto em lhe mostrar muitos mais "caminhos" para os quais o slogan "# é este o caminho" soa a falsidade a toda a prova.   

Imagens inacreditáveis 


Sintra, Rua Alfredo Costa, junto ao edifício da Vereação Financeira

Esta imagem ficará no arquivo do surrealismo Sintrense desde que Sua Excelência por cá apareceu. Nem os "entertainers"  poderão dizer que é de outro tempo...

No logradouro camarário, na Rua Alfredo Costa, a árvore passou a estar suportada com uma pesada peça de pedra talvez retirada de outro património. 

Por favor aprecie a imagem: - verá articulação do portão desactivada e o mecanismo com sintomas de não estar com muita saúde. E o artesanal suporte?

Fazemos votos para que ventos fortes na copa da árvore não façam ceder o pilar do portão, com consequências desastrosas associadas ao derrube.

Vinte (20) metros à frente, no Casal de S. Domingos (onde Sua Excelência passará quase todos os dias) o desleixo não lhe permitirá dizer que "# é este o caminho".   

Sintra, Casal de S. Domingos...espaço camarário que desmente o "slogan" eleitoral
      
Menos de 100 metros mais acima, #é este o caminho" que Sua Excelência tem mantido há longo tempo, onde passa e passam, também, milhares de visitantes:

Se aqui também "# é este o caminho"...Sua Excelência ignora Sintra

Tudo na mesma rua ...é obra, certamente, de que não se orgulhará.

A menos de 100 metros, mais acima ainda, na Alameda dos Combatentes da Grande Guerra, continua por recuperar parte dos degraus juntos à Rua Alfredo Costa. 

É um perigo permanente, riscos de queda. Tão barata a reposição dos degraus

Será que Sua Excelência, candidato que usa o slogan #é este o caminho" conhece realmente o caminho? Será assim que julga convencer das virtudes de autarca?

Não é, não pode ser "# este o caminho" sonhado por milhares de sintrenses. 

É um caminho de escolhos...que obriga a escolhas.

O slogan de ocasião não melhora o caminho, apenas ilude. 

Os Sintrenses merecem mais e melhor Futuro.


domingo, 13 de agosto de 2017

BIELORRÚSSIA, PARA UM BELO E CULTURAL DOMINGO...

A Bielorrússia é um país independente desde 1991 que integra a Federação Russa. Com muito controlo nas entradas, é preciso um visto prévio na embaixada em Paris.

Morosas as entradas e saídas, com um impresso (se necessário agrafam-se outros) para os hotéis confirmarem as estadias, documento indispensável para a saída.

Uma das páginas com carimbos/confirmação dos hotéis

País mais de duas vezes maior que Portugal, quase metade é ocupado por florestas e tem abundância de água nos campos. Tem a mesma população que Portugal.

São raros os ocidentais. Fala-se russo e bielorrusso (mais parecido com o ucraniano).

O salário médio é de 400 $USD. Preço dos combustíveis a rondar os nossos 60 cêntimos e o metropolitano custando 30 cêntimos do Euro. Muita oferta alimentar.  

Um País com muita riqueza histórica

A Bielorrússia no Século IX integrava o reino de Kiev. Mais tarde foi ocupada pela Lituânia, Polónia e, em 1939, a Bielorrússia foi anexada à antiga União Soviética.

Da antiga União Soviética podem ver-se as ruas largas (chegam a ter 4 faixas de rodagem em cada sentido), grandes praças e monumentos de elevação patriótica.

Minsk, Praça da Independência 
Minsk, Obelisco com a chama eterna 

As praças são locais vivos de Cultura. Há esculturas por todo o lado. 

Minsk,  este banco - a quem se sente nele - toca uma peça de um famoso compositores bielorrusso.

Há grandes edifícios para espectáculos: Casas de Teatro, Ópera e Ballet.

Casa de Congressos e Teatro 

Nas ruas, da capital e da província - sempre muito limpas - não se vêem graffitis.

Procurando não nos alongar, visitaremos alguns Monumentos declarados Património da Unesco, começando pelo Castelo de MIR: 

Castelo de MIR
Castelo de MIR - Tecto do Salão

Seguimos para o Castelo de Niasvizh, Património da UNESCO desde 2006

Castelo de Niasvizh 
Salão no Castelo de Niasvizh
Castelo de Niasvizh: a beleza da tela em óleo "Suzanna e os Velhos" de autor desconhecido

Em Niasvizh veremos a Igreja do Corpo de Cristo, também Património da Unesco:

Niasviz, Igreja do Corpo de Cristo

Estaremos em Viciebsk para visitar a Casa-Museu do pintor Marc Chagall, onde observaremos alguns dos objectos que fazem parte do espólio do artista:


ViciebsK, o obelisco 

Vamo-nos aproximando de Brest para visitar a sua histórica fortaleza onde tantas vidas se perderam e que hoje são recordadas com as maiores honras:

Acesso principal à Fortaleza de Brest
Monumento de homenagem à força da resistência

Monumento que representa a sede e a força 
Entrada Histórica da Fortaleza, com o nome do herói que neste local foi executado

A viagem está sendo longa e há tanto para vermos. Por exemplo a arte de rua, expressa em candeeiros sobre os mais diversos temas. Em Brest, escolhemos estes:



Em Navahrudak, visitaremos a Casa Museu do poeta Adam Mickiewicz...


E, no jardim próximo, veremos estes candeeiros, entre outros maravilhosos...





Em Lida, poderemos ver como se homenageia um viajante de comboios...


Ou em Polotsk o monumento a uma letra do alfabeto bielorrusso que é única no mundo.


Vamos regressar a Minsk com tanta coisa bela para ver. Deixamo-los com a chamada para as preces no Mosteiro de Santa Eufrosina, perto de Viciesbsk:

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Antes do regresso, passaremos por um dos mercados de Minsk e apreciaremos a sua limpeza e oferta dos mais qualificados produtos de produção agrícola. 


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Chegou a hora de regressarmos, ainda com tantos motivos de interesse para visitar. Entre eles os variados pavilhões destinados ao desporto, as faculdades. 

Deixamo-los com uma última escultura: De homenagem a uma professora: 


Estamos de volta...bom regresso e...fraternalmente,

Votos de que passem um Bom Domingo.