domingo, 30 de outubro de 2011

SINTRA 2007/2011 - 1485 DIAS À ESPERA DO FONTANÁRIO

ADENSA-SE O MISTÉRIO: QUE É FEITO DO FONTANÁRIO?

Em cada dia que passa, aumenta a curiosidade sobre o que passa com o fontanário neo-manuelino que, num triste dia, foi levado por serviços municipais, ao que se julgava para ser restaurado.

Passados 1485 dias de ansiedade, nada se sabe, ninguém dá a cara, os responsáveis sentir-se-ão seres superiores e, estando bem com a vida graças aos nossos impostos, pensarão que não devem dar satisfações daquilo que fazem.

O fontanário não dá votos? Vamos a ver. Mas se desse, já estaria há muito tento recolocado no local, com figuras de proa  viradas para a objectiva do fotógrafo ou aperaltadas para a câmara de TV quer, certamente, apareceria no local sem saber de nada...

Na foto abaixo, vemos o aprumo e respeitabilidade dos presentes no acto que se presume ter sido da inauguração.



Perante o que está a suceder a este património histórico sintrense, quanta vergonha hoje sentiriam. Pergunta-se:

Como é possível que isto se passe em Sintra?

Vamos a ver como isto acaba...pois está ultrapassando todos os limites do admissível


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

SUBVENÇÕES E SUBSÍDIOS...

ELES COMEM-NOS TUDO…

Os senhores (alguns) abdicaram do subsídio de apoio ao alojamento, dizendo que para evitar polémica, insistindo no direito. Que sérios, que patriotas, enquanto nada se sabia não tomaram tão digna atitude.

A imagem que fica pouco os dignifica, mas graças a Deus tudo legal.

As Leis foram feitas à medida certa, isto é, à medida dos seus elevados apetites.

Pouco dignos? Nada disso, eles são dignos, o País é que não é digno de estar entregue a gente com estes sentimentos.

Encontram-se em toda a parte, nas latitudes do direito e do torto. Os da direita comem, os da esquerda habilitam-se. Tudo legal e, na limpeza da consciência, até votam contra…por uma questão de bom-tom. Mas depois recebem...

Até subsídios para a Inserção na vida civil, quando deixam de ser deputados.

Empinam-se se cheira a umas massas, aproveitam as benesses, ocupam lugares.

Que indignidades se fazem nestes País?

Viveram e vivem do erário público, esbanjaram e esbanjam, ajudaram e ajudam à calamitosa situação que hoje vivemos.

Arranjaram, sabe-se lá porquê mas quase se adivinha, uns lugares de topo em empresas com as quais lidaram, mas ainda recebem umas “Subvenções” para os alfinetes, por eles mesmos pedidas. Bolas…a política é negócio.

Há dia, um antigo político cujo nome não me recordo mas de que não esqueço aquela história da revolução dos pregos, já classificava a “Subvenção” como “dádiva" pela dedicação (safa, outro a falar de dedicação) ao desempenho durante 20 anos. 

Diria que dedicação não tem preço. Não devia pagar impostos. Devia ser trabalho.

Claro que, para a casta política que nos rodeia, quem trabalhou ou irá trabalhar até aos 65 anos, quem descontou ou irá descontar durante 40 ou mais anos, é da mais elementar justiça patriótica levar cortes nas suas retribuições legais. Pensões não são “dádivas”.

São exemplares históricos de políticos que temos e tivemos, que fizeram e fazem os seus jogos, com bola ou sem bola, que arranjaram ou se preparam para arranjar uns lugares dos quais os valores acrescentados serão reais e reconfortantes.

Desta forma, é normal que surja o deputado-biscate, tão independente no elevado cargo da Nação, que se veja contristado ao receber apenas uma avença de uma empresa municipal, apesar de governamentalmente estar isento do saque decretado para os pensionistas.

Hoje não temos políticos entregues à causa pública e ao progresso de um povo.

Temos piranhas, comilões, gente sem sentimentos, onde o que conta são os seus próprios interesses e planos a longo prazo para ascensão.

Comem-nos tudo o que podem.

Até ao dia em que falte a comida, o que cada vez está mais próximo.


terça-feira, 25 de outubro de 2011

REDUÇÃO NAS DESPESAS? OU NOS DIREITOS?

CONTRA-REVOLUÇÃO USA A “TROIKA”

É sintomático que, para nos cortarem direitos, a Troika seja pano de fundo.

Quem conhece o acordo feito com a Troika? Porque não é público o seu conteúdo para que todos possamos aferir sobre a veracidade das decisões?

O acordo com a Troika é ocultado porque as medidas tomadas ultrapassam largamente o previsto. Não podem restar dúvidas.

Rapidamente, com saltos de coelho que mais parecem de lebre, o Governo não só satisfaz os que perderam privilégios com o 25 de Abril como vai mais longe, tentando levar a vida de milhões de portugueses para níveis piores que os do antigo regime.

Colocar em causa férias, remunerações, subsídios e reformas, é ir demasiado longe na repressão das condições de vida para quem produz ou produziu.

A corte empresarial que rodeia Passos Coelho já fala de peito cheio, virá pedir os ossos logo que consiga retirar subsídios de Natal e de Férias, não que pretendam sair da crise em que nos meteram mas para aumentarem os seus lucros.

Hoje, o patronato que o Governo protege, quer menos dias de férias. Amanhã dirá que os contratos de trabalho são um travão ao desenvolvimento. Depois que se proíbam greves e manifestações. Servi-los-ão autotanques policiais com jactos de água.

Para este vasto plano, era preciso – de novo – um ministro das Finanças, não um qualquer mas…especialmente…escolhido para anunciar as medidas punitivas. Temos a figura ideal do ministro que nos ex-pli-ca tu-do em pré adormecimento, sem ex-pli-car na-da, não se percebendo se é assim em tudo da vida.

De forma monocórdica somos enrolados no sofá, iludidos com cortes nas despesas do Estado que não passam dos salários de alguns e em pensões.

Não se apresentam medidas efectivas para acabar com os gastos incontrolados na administração pública, continuando a ver-se a utilização de viaturas do estado e autarquias para os mais variados fins particulares, a manutenção de ajustes directos, os favores com reciprocidade na classe dominante.

A nossa sociedade já passou para lá da crise da moral pública, estando na fase de acabar com os direitos conseguidos em dezenas de anos de luta.

Hoje, os bandos não se movem só nos subterrâneos, fazem-no à luz do dia, tal o desaforo e a desvergonha. Os interesses pessoais cruzam-se, não se sabendo onde acaba a mistura de interesses de muitos políticos com outros que os possam servir.

Em conclusão, usando a Troika como pretexto, o Governo protege os que perderam privilégios no 25 de Abril e está, à velocidade possível, a destruir os direitos adquiridos pelos trabalhadores, fazendo-os regredir para níveis de vida impensáveis.

Esta gente não tem alma. Temos de impedir que destruam o País.



domingo, 23 de outubro de 2011

CURIOSIDADES...

Na época em que vivemos, é bom vermos tudo à nossa volta...

Siem Reap-Angkor Thom-Torres de Bayon (Combodia)


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

MOODY'S, UNS INGRATOS...

QUE MERECEM GRATIDÃO!

A coisa corria bem. Quando a Moody’s baixou a notação para “lixo”, as sábias palavras de quem pagava deixaram a impressão de que não precisávamos de tal gente. Muitos crentes poderão ter imaginado que se pagava mais como prova de fé ou de caridosa dedicação do que qualquer outra coisa.

Os gestores, num estilo que o Totobola não desdenharia, atribuíam subsídios e prémios monetários, alimentavam (no caso com dinheiro) estruturas profissionais e associativas, enquanto que para satisfazer credores a imagem era de tanga.

Era cumprida a regra do (com)prometimento, tão bem definida por Maquiavel quando, sobre os políticos, disse: “Os fins justificam os meios”. 

A ânsia de chegar ao poder vicia os políticos fracos, pelo que promessas e subsídios são chamariz para bandos de passarinhos e passarões, esvoaçantes em torno de quem lhes acene com paparoca. De bico aberto, esperam satisfazer a gula para, e só depois, de papelinho na boca, levarem a boa nova a toda a parte.

Com a Moody’s amansada, os rácios para empréstimos na banca não se apresentavam preocupantes. Assim nos iríamos endividando…até ao juízo final.

Em dada altura, os espíritos do lugar começaram a ter odores que, patologicamente, não eram dos mais agradáveis e a Moody’s, sabendo das dívidas, não podia calar-se mais e baixou o nível da notação do rating.

Assim chegámos ao “lixo”, com medidas penalizadoras sobre os que não beneficiaram com o esbanjamento, enquanto que subsidiados e afins, bem como os esbanjadores do nosso dinheiro, dão sintomas de não terem percebido a tragédia que nos envolve.

Claro que a agência de notação não foi bem compreendida na altura. Houve manifestações de desagrado, quem sabe por muitos cujos interesses foram beliscados.

Hoje, perante as realidades que vieram a ser conhecidas, a Moody’s teve o mérito de desmascarar a situação que estávamos a viver.

Como estaríamos hoje se não tivesse ocorrido o abaixamento da notação?

Se calhar ainda estávamos a contrair créditos sobre créditos, para distribuir bodos na ansiedade de mais uns votos, sempre imaginando que ninguém ia saber.

E para a frente? Como vamos estar?

Que verdadeiras cenas de novela mexicana ainda irão surgir?



terça-feira, 18 de outubro de 2011

DIREITOS DAS MULHERES: DATA HISTÓRICA NO CANADÁ

"As mulheres são pessoas"

Calgary (Alberta) - Canadá
 Ainda não passaram 100 anos! Foi em 18 de Outubro de 1929 que, segundo as leis do Canadá, as mulheres foram declaradas como "pessoas".

Cinco mulheres da Província de Alberta, lutaram durante muitos anos pelos direitos das mulheres e nunca abdicaram apesar das adversidades.

Neste dia, recordam-se essas lutadoras: Emily Murphy, Nellie McClung, Irene Parlby, Louise McKinney and Henrietta Muir Edwards.

Hoje, as mulheres são cada vez mais interventivas na vida dos seus países, destacando-se nos mais elevados cargos da administração, enquanto que noutros países estão na primeira linha da luta contra a opressão.




segunda-feira, 17 de outubro de 2011

INDIGNAÇÃO!

Não poderia deixar de me associar ao amplo movimento de INDIGNAÇÃO pelas medidas anunciadas pelo Governo, castigando os que em nada contribuíram para o endividamento nacional: os trabalhadores e os reformados.

Dirigi ao Senhor Primeiro-Ministro, à Sra. Presidente da Assembleia da República e aos Deputados Nacionais, o seguinte:

"Aos 72 anos pretendo fazer, junto de Suas Excelências, duas provas: - A primeira de que estou vivo, situação que seria mais cómoda se não estivesse; A segunda de que mantenho a lucidez suficiente para viver e lutar contra a indignidade.

Receio que, para muitos de Suas Excelências, melhor fora que as não fizesse.

Trabalhei e descontei 52 anos para ter uma reforma. Muitos de Vós tê-la-ão por menos de metade do tempo, com valores várias vezes maiores que a minha. Enriqueci o País.

Não concorri – nem com um cruzado – para a caótica degradação financeira a que chegámos.

Membros da Assembleia da República, optando pela “disciplina partidária” à frente dos “Compromissos” com a Pátria, validaram actos de Governos de Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso e José Sócrates, que progressivamente me endividaram.

Atento às palavras do Exmo. Primeiro-Ministro e a algumas medidas, tudo indica que os Reformados estão na primeira linha dos cortes, para não resistirem muito tempo. Mas, se acabarem com os Reformados, a que grupo de contribuintes o Estado irá buscar dinheiro?

As Câmaras Municipais, Empresas Municipais e de cariz semelhante, também me vão endividando – a mim, que sempre fugi de contrair dívidas – sem que se anunciem medidas que acabem a bagunça e imponham contenção nas despesas e subsídios, nitidamente eleitorais.

Neste contexto, como exemplo, direi que a Câmara Municipal onde resido também me tem progressivamente endividado, pelo que facultarei a V.Exas. alguns dados do maior interesse para avaliação das incidências no descalabro das contas públicas.

Em 31 de Dezembro de 2010, o Passivo (exigível) só da Câmara Municipal de Sintra era de 133,889 M€, mais 37,430 M€ do que em 2009. Quase teríamos mais 6,750 M€, com a intenção da compra, pouco esclarecida, da Quinta do Relógio, em Sintra.

Em 30.6.2011, a Câmara Municipal de Sintra e duas Empresas Municipais (EDUCA e HPEM), deviam a fornecedores 29,749 M€ (14,833 M€ CMS+6,648 M€ EDUCA+8,267 M€ HPEM). Com mais de 360 dias de atraso, as dívidas eram de 14,466 M€ (10,213 M€+2,150 M€+2,102 M€).

Mesmo assim, poucos dias antes, o dinheiro parecia abundar, como poderá ser atestado no endereço que identifico: (http://www.youtube.com/watch?v=Opk2s9cFF44).

As minhas contribuições e de tantos milhares, foram desbaratadas sem progresso económico.

Expresso, pois, a V.Exas., a minha mais profunda indignação, convicto de que nunca virei a saber onde foi parar tanto dinheiro sem que tenha contribuído para o desenvolvimento do País.

Respeitosamente,

Sintra, 16.11.2011"

a) Seguiu identificação


sábado, 15 de outubro de 2011

CURIOSIDADES...

Um visitante deste blogue, identificado como A.B., teve a gentileza de enviar a foto que abaixo é reproduzida, tirada na Quinta dos Loridos, Bombarral.

Com este número excessivo de mãos não se tratará da Deusa Lakshmi.

Provavelmente representará as mãos que, cada vez mais, se estendem à espera dos subsídios que frequentemente são prometidos. 
 
E ainda estamos longe das eleições... 


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

PROVINCIANOS DA POLÍTICA...

Neste canto endividado da Europa, não fossem os embevecidos com as patetices dos políticos e talvez tivéssemos a sorte de alguma coisa mudar. Algo de contraditório nos envolve, nos massacra, nos apateta. É a patologia da tragédia nacional.

Onde está o mal? Poucos de nós arrisca dizer que não sabe. Sabemos e calamos.

Suportamos a indigestão. Retemos os vómitos. Perdemos a capacidade de os ver, os ouvir, os aturar. Saltam à vista as sanguessugas que os rodeiam. Mas calamo-nos.

Dizem-se republicanos, mas adoram a sua corte. Falam em democracia, mas escolhem quem lhes esteja mais à mão do servilismo.

Se muitos políticos, em vez de copiarem o emplastro verrugoso que se coloca à frente das câmaras, antes promovessem debates públicos e escutassem opiniões de quem não os bajula, daríamos passos inimagináveis para a solução dos problemas.

Mas não. Os piquenos, porque são exactamente isso, precisam de quem lhes eleve o ego, quem os diga grandes. Mexem-se nos subterrâneos, convencem-se de brilhantismo, perdem a capacidade de auto-reconhecimento.

Só por cá, meus amigos. Só por cá.

Por essa Europa fora, raros são os eleitos nacionais ou locais que não dedicam o seu tempo a decisões rápidas, indispensáveis à evolução e desenvolvimento dos povos.

Noutras paragens, longe deste jardim onde as flores mais murcham em cada dia, é impensável que os eleitos aproveitem todos os pretextos para se exibirem, mostrarem feitos com imagens que, tantas vezes, nos fazem imaginar um circo sem pudor.

Cá, entregar uns livrinhos, a tampa nova numa panela de refeitório, “um cheque que já está assinado”, um protocolo vazio no tempo e no espaço, umas moitas a arder, justificam o assopro a uma TV afecta ou amiga, que aparecerá de surpresa.

Planificam-se eventos, escandalosamente organizados pelo oportunismo militante dos intervenientes. Tudo serve. Mas tudo suportamos.

Sorriem enquanto nos hipotecam o futuro e dos nossos filhos.

Os provincianos da política, ambiciosos de quatro costados, vão ficando bem na vida, enquanto que o povo terá de pagar as suas asneiras e os seus favores.

Ou nos livramos desta trupe de políticos ou eles nos sufocarão até à tragédia.

As facturas não vão demorar a chegar…

domingo, 9 de outubro de 2011

CURIOSIDADES...

Majestoso Buda...espera a sua visita!

Wat Suthon Mongkol Khiri - Phrae - Thailand


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

SINTRA: QUE ESTILO DE GESTÃO AUTÁRQUICA?


O território de Sintra, com uma população superior à da Madeira em quase 40%, exigindo as mais variadas respostas a problemas de toda a ordem, está a ser governado em condições que justificam muitas preocupações. Efectivamente:

- Quatro Vereadores do PS (oposição) não têm pelouros;

- Um Vereador da Coligação que nos prometeu Dedicação – responsável pelo Turismo – também é deputado da República, pelo que as responsabilidades de autarca não serão superadas com passagens tipo flash;

- Outro Vereador do mesmo Partido (CDS) – com a Requalificação e Valorização Urbana – é visto em reportagens televisivas relacionadas com o clube de que é dirigente. Sem o dom da ubiquidade, até onde irá a sua Dedicação a Sintra?

- Uma Vereadora reparte o seu pelouro com a presidência da EMES;

- O Presidente da Câmara também o é nas administrações da Sintra-Quorum e HPEM;

- O Vereador da CDU (oposição) com pelouros atribuídos, acumula-os com a presidência dos SMAS cuja complexidade lhe deve libertar pouco tempo;

Neste quadro, a gestão de Sintra configura-se bipolar e a funcionar por impulsos.

Há sempre o risco de – a certa altura – surgir quem se queira destacar, respondendo às insuficiências reais com promessas virtuais ou estímulos à subsidiodependência, artes que colhem votos à custa do orçamento...

“Resíduos Urbanos” e “Limpeza” geridos ao mais alto nível

A HPEM responde pela gestão de “Resíduos Urbanos” (evolução petulante de “lixo”), pela “Limpeza Urbana” (difícil de entender perante o que se vê no concelho de Sintra) e pela “Manutenção de Contentores” (nem sempre respeitadores dos locais).

O lixo, apesar de sujo, é um guloso negócio de futuro, com interesses ao mais alto nível. Até que ponto Sintra diverge de concelhos vizinhos, como Amadora e Cascais?

Na última Sessão Camarária (28/9/2011), por proposta do Próprio, o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra foi ratificado como Presidente da nova Administração da HPEM, não se sabendo pormenores sobre a demissão da anterior.

Esta Empresa Municipal, com passivo superior(*) aos 10 milhões de euros, tem concorrido para o endividamento da Câmara Municipal.

Agora, com o Presidente da Câmara ao leme da Empresa, ficam as naturais esperanças de que o concelho fique mais limpo e com contentores enquadrados na imagem urbana, para que se eliminem imagens como esta:

Rua António Vieira - Abrunheira
Ou como esta:

Zona requalificada no centro de Mem Martins
Soluções não podem ser adiadas

O concelho não pode viver de medidas pontuais ou de recurso, a que se misturam exonerações e nomeações pelos mais diversos motivos.

Sintra exige responsabilidades de planeamento e desenvolvimento a curto e médio prazo pelo que os responsáveis não podem andar repartidos por vários fogos.

É altura de se acabar com esta minimização de gestão, tomando até em consideração as grandes preocupações com a situação económica que vivemos.

As populações não constituem jogos de poder.

Ou será que Sintra está à parte dos problemas que afectam o País?



(*) Tinha escrito "dívidas superiores", quando deveria ter sido "passivo superior".  O meu pedido de desculpas.

domingo, 2 de outubro de 2011